Saia das dívidas em 8 passos

Por Enio Willian da Silva, 20 de setembro de 2017

Ter dívidas é como possuir uma dor no joelho ou nas pernas. Você não consegue dançar nem fazer nenhum tipo de apresentação. A dor impede que você realize uma dança em alta performance. Da mesma forma, as dívidas, em sua maioria, impedem que você faça planos financeiros.

Na publicação anterior, listei algumas dicas importantes para que você economize dinheiro no supermercado. Agora, apresento algumas dicas valiosas para que você acabe de vez com suas dívidas, pois elas bloqueiam o seu progresso financeiro.

Passo 1: Pague primeiro as dívidas que contém juros embutidos. Dívidas como essas crescem com o decorrer do tempo. Se não forem quitadas rapidamente ou dentro do prazo de vencimento, os juros poderão fazer com que você perca o controle da situação;

Passo 2: Dentro das dívidas que contém juros embutidos, dê prioridade àquelas decorrentes do cartão de crédito e do cheque especial, onde a taxa de juros cobrada é altíssima. Depois, liquide todas aquelas que estão em atrasos.

Passo 3: Depois, pague as dívidas que não contém juros embutidos. Mesmo sendo isentas de juros, continuam sendo dívidas e, portanto, devem ser pagas;

Passo 4: Não faça novos empréstimos para cobrir empréstimos antigos. Fazendo isso, você estará entrando numa bola de neve que poderá não ter fim. Essa jogada somente é recomendada se o custo da dívida que você estará contraindo com o novo empréstimo for menor que os das dívidas antigas;

Passo 5: Evite pagar a parcela mínima do cartão de crédito, pois os juros cobrados são altos. Pagando de uma só vez, você economizará muitos Reais somente em juros;

Passo 6: Caso seja inevitável, não comprometa mais do que 30% de sua renda com elas (com dívidas). Se você extrapolar esse limite, seus riscos serão maiores;

Passo 7: Antes de assumir uma nova prestação, tenha cuidado! Prestações pequenas podem caber no seu bolso hoje, mas podem não caber amanhã;

Passo 8: Construa e mantenha sempre uma reserva de emergência até que ela seja suficiente para te manter por até seis meses em casos de imprevistos, como perda de emprego, doenças, dentre outros.

 

 

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