Quando dançar não é bom

Por Enio Willian da Silva, 8 de novembro de 2017

Se você ficou chocado com o título deste texto, fique tranquilo.

A ideia central aqui não é fazer com que você pare de praticar essa atividade. Nada disso! Se você é dançarino ou desenvolve essa prática com prazer e afinco, a recomendação é que você se desenvolva ainda mais. Sem dúvida, bons resultados serão colhidos no curto, médio e longo prazo.

Então, quando dançar se torna algo ruim? É claro que estou me referindo à expressão popular “dançou”, indicando que determinada pessoa obteve péssimos resultados ao tomar determinadas decisões na vida. Certamente você já deve ter feito algo que lhe trouxe consequências desagradáveis e ouviu de alguém a memorável frase: “Você dançou!” Essa dança não deve ter sido muito agradável não é mesmo?

Por isso, é importante que tomemos decisões inteligentes no dia a dia para que somente danças boas façam parte da nossa vida. Para que não “dancemos” na área financeira e coloquemos nossos planos por “água abaixo”, é fundamental se atentar para algumas orientações que podem evitar que sonhos se escoem pelo “ralo”. Como já é de conhecimento público, depois que decisões erradas são tomadas, não adianta mais chorar pelo “leite derramado”.

Siga estas dicas e você verá como é possível manter suas finanças em equilíbrio e dentro do planejamento. Afinal, tudo o que não se pode fazer é “cair do cavalo” com ações erradas. Vamos, então, ao “pulo do gato”:

 

  1. Gaste sempre menos do que o valor de sua renda;

 

  1. Decida poupar, no mínimo, 10% de sua renda mensal. Faça disso um hábito;

 

  1. Não apenas poupe, mas invista essa poupança de forma inteligente. Os resultados a médio e longo prazo serão impressionantes;

 

  1. Crie um plano para sua vida, seja ele financeiro ou não. Quando traçamos objetivos, metas e estratégias, as vitórias vêm com o tempo. Se o plano é bom, mantenha-se fiel a ele, mesmo que sejam necessários pequenos ajustes no decorrer do tempo;

 

  1. Seja cético com algumas coisas: não acredite que seu emprego atual será eterno, não coloque fé na previdência social mantida pelo governo e não espere receber ajuda de terceiros durante sua velhice, por mais que ela possa acontecer. Ou seja, crie seu próprio plano de aposentadoria ou seu “pé de meia”. Seu futuro agradece.

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